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segunda-feira, julho 19, 2010

Rock’n’roll ain’t noise pollution.


Sabe, as pessoas me julgam pelo jeito que me visto e pelas músicas que ouço. Que direito elas acham que têm de fazer isso?
Afinal, o que define o meu caráter?

Fico me perguntando o que se passa na cabeça dessa gente. Será que um all star sujo no meu pé estampa na minha testa que sou uma rebelde sem causa? Será que uma calça preta me põe como imatura? O que pensam que é maturidade?
Gente ignorante. Disso o mundo está cheio.

Tenho orgulho das minhas roupas, da minha playlist, da minha vida...
Tenho orgulho de ter tido a sorte de conhecer as
músicas de bandas maravilhosas, que entram no meu ser todos os dias.
Não consigo me imaginar sem isso. Não dá pra ser outra. Essa sou eu. A rocker girl. A errada. A ovelha negra. E eu adoro isso...
Rock não é poluição sonora. Rock é cultura, e vai além. Rock é vida.
Estou cansada de pessoas me apontando, me olhando com um ar de reprovação.

Sinto muito, eu não vou ser igual.
Gosto de ser diferente.
E vou ser assim até o fim.

“Rock’n’roll, it will survive.” (AC/DC – Rock’n’roll ain’t noise pollution)



p.s: bandas que normalmente ouço (são boas, vocês deviam tentar):

AC/DC
Avenged Sevenfold
Boston
Cradle of Filth
Deep Purple
Dire Straits
Evanescence
Foo Fighters
Green Day
Guns
Joan Jett
Killswitch Engage
Kings of Leon
Led Zeppelin
Linkin Park
Metallica
Muse
Nirvana
Paramore
Pink Floyd
Ramones
Red Hot
Secondhand Serenade
Slipknot
Silverchair
Sum 41
System of a Down
Symphony X
Slayer

sexta-feira, junho 04, 2010

Noite.

É na calada da noite que soltamos os nossos pensamentos mais insanos.
É deitada na minha cama que viajo a lugares inimagináveis e vivo situações impossíveis.
É no próprio sonho que o sonho se realiza.

À noite, vemos as estrelas.
À noite, sonhamos.
À noite, somos nós mesmos.

A noite traz escuridão, a escuridão traz tranquilidade, a tranquilidade traz o silêncio e o silêncio, o medo.
"The silent scares me cause it screams the truth."
Tenho medo de ficar à sós comigo mesma, tenho medo do que o silêncio grita para mim, tenho medo da minha parede escura mostrando figuras, rostos que não quero ver.
E ao pensar que tudo isso é necessário para ser feliz, fico com medo.
Machucar as pessoas em prol da sua felicidade é errado, porém necessário.
Ficar entre a cruz e a espada, dói, mas um dia você terá que escolher e não vai mais poder fugir.
Eu tive que escolher.

Perdi e ganhei nessa história toda. Perdi uma amizade, ganhei um amor.
Ganhei ódio, ganhei paixão. Perdi um sorriso, ganhei milhões.

E a balança da vida segue pendendo para um lado, ou para outro.
Continuo sabendo que posso perder, ganhar ou os dois ao mesmo tempo. E por isso, continuovivendo.

sexta-feira, maio 21, 2010

Você.

Você.
Você é meu sinônimo de amor, é minha hipérbole, minha realidade vestida de ilusão.
Você é minha definição de felicidade, é meu êxtase. Tão viciante como uma droga, e tão saudável quanto o sol.
Você é a luz que ilumina minha vida, é o caminho que eu escolhi, é o mar no qual eu quero me perder e me afogar.
Você apareceu de repente, como um meteoro. Caiu em mim, me fez abrir os olhos. Mas talvez você sempre tenha estado lá. É que meu medo do desconhecido me impediu de te enxergar.
Às vezes acredito que você seja um fruto da minha imaginação. Algo criado por minha mente insana, quando esta já cansada, não acreditava mais existir alguém como você.
Você me completa. Quando estou triste, me faz sorrir. Você me fascina. Você é a melhor parte da minha vida.
Você me deixa vulnerável. Você me enlouquece. Você me faz tremer, faz meu coração parar.
Você é, simplesmente, você.
E eu agradeço a cada dia por, finalmente, te ter aqui.
Por eu ter percebido o quanto eu amo você.

quinta-feira, maio 13, 2010

Confusão.

Por que a vida não se simplifica de vez em quando? Por que sempre existe algo para atrapalhar?
Tudo bem, admito que a maior parte de minhas complicações são provenientes de meus próprios atos. Mas, afinal, não sou eu apenas um ser humano? Mas o que seria ser humano?
Quem sou eu para saber, né...
Mas, acredito que ser humano englobe muitas coisas.
Imagine ser humano sem sofrimento, sem dor. Imagine ser humano sem alegrias, sem sorrisos. Imagine ser humano sem aquele olhar doce no fundo dos olhos daquela pessoa. Imagine ser humano sem o amor, toda mágoa que ele traz e sendo ele o melhor sentimento do mundo. Imagine ser humano sem o calor. Imagine ser humano sem ser humano.
Não consigo me imaginar sem ser confusa, bipolar, estranha... Não consigo me imaginar sem derramar lágrimas por tudo - seja por raiva, tristeza ou felicidade. Não consigo me imaginar sem ser eu.
Realmente, o que seria dos seres humanos sem os erros?
Apenas seres humanos.
Eu sei que sou muito mais que isso. Sou mais que humana, sou mais que ser.
Sou eu... Sou Eliza... Sou quem nunca poderão ser por mim.
Sou errada, e não quero ser certa.
Adoro ser assim.


"Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior."

domingo, maio 09, 2010

Boatos, boates e gente idiota...

Me pergunto qual a real necessidade que as pessoas sentem de olhar a vida alheia. Me pergunto e, mais uma vez, não acho respostas.
É possível que existam pessoas tão vazias que precisem de outras vidas para gerenciar? É possível que existam mesmo pessoas que se, como em desenhos animados, você chegar e falar algo no ouvido vá fazer eco lá dentro por estar tudo oco?
O único sentimento que me resta é a pena. É... tenho pena de pessoas assim. Não que elas sejam dignas de algum tipo de sentimento; mas esse é só mais um problema de mim comigo mesma, ter um sentimento reservado para cada ser falante e pensante (ou não) que eu conheço.

Mas a vida segue...
Parando, continuando, parando e rodando. Até te deixar tonta e fazer você cair!



P.s.: Isa, Nanda, Thaís, Naty e Jéssica: viu, gente, aprendi direitinho o que é eco! obrigada... :)